1 de maig 2011

UNA SETMANA FARCIDA D'ACTIVITATS CULTURALS DE LES ILLES A LISBOA

Dues pel·lícules i el seu posterior debat, un recital poètic amb sis poetes de les Illes i el concert de Biel Majoral, Delfí Mulet i els germans Martorell varen cloure la celebració del II Be Balears organitzat per l'Institut Ramon Llull i l'associació cultural Catalunyapresenta a Lisboa. A aquestes activitats se li sumen el concert dels Blavets de Lluc a l'església dels Màrtires el passat dia 9 d'abril i el concert de piano del Duet Díaz-Mas al Palácio Foz


L'escriptora Antònia Vicens va ser l'encarregada de presentar la pel·lícula El Mar, d'Agustí Villaronga, el passat dimarts en un escenari cultural, la Casa da Achada, que s'ha convertit en una referència de la programació de Lisboa. Fins al centre Mário Dionísio s'hi acostaren els interessats en analitzar la relació entre la novel·la de Blai Bonet i la pel·lícula de Villaronga. Vicens va destacar la importància de la novel·la en el context de la Mallorca de postguerra i de la literatura catalana en general.



D'altra banda, dimecres foren els alumnes de català de la Universidade Nova de Lisboa els qui varen poder gaudir de les paraules de Jaume Pomar, poeta i màxim especialista en l'obra de Llorenç Villalonga. Precisament fou "Bearn" la pel·lícula inspirada en el clàssic de l'escriptor illenc la que es projectà. Els alumnes de català havien llegit l'obra en la seva versió portuguesa i així varen poder comparar el resultat amb el film. Pomar va explicar-los, entre d'altres, la relació entre realitat i ficció en l'obra villalonguiana.
Precisament fou el poeta palmesà qui trencà el gel en el recital del Teatro A Barraca quan va decidir interpretar els seus poemes acompanyats al piano. Abans Antònia Vicens havia obert un recital en el qual també participaren l'escriptor de l'any, Ponç Pons, el poeta eivissenc Bartomeu Ribes i els més joves: Sebastià Bennasar i Laia Martínez. Els poetes ilencs estaren acompanyats a l'escenari per rapsodes que llegiren els seus texts en portuguès: Gerard Nomen, Leonel Barbosa i Ricardo Marques. Els assistents també reberen una petita publicació bil·lingüe amb els poemes traduïts per l'associació Catalunyapresenta.


Biel Majoral, Delfí Mulet i Biel i Pere Joan Martorell foren els encarregats d'obrir plaça el dissabte 30 en els concerts de commemoració del 37 aniversari de la Revolució dels Clavells al Miradouro de Sao Pedro de Alcantara. Els mallorquins feren un concert on lligaren els paral·lelismes històrics entre Portugal i els Països Catalans. En el repertori no faltaren temes com "La Muixeranga d'Algemessí", "Els Segadors" o els ja clàssics temes de Majoral "Que té aquesta terra nostra" i el seu himne "Jo sóc català" amb lletra de Pere Capellà.




Amb totes aquestes activitats el públic portuguès ha pogut copsar la importància i la varietat de la cultura en llengua pròpia feta a les Illes Balears i mostrà un notable interès per aquestes i per les activitats que es continuen organitzant regularment a la ciutat de Lisboa per Catalunyapresenta.



29 d’abr. 2011

29 e 30 celebrações 25 de Abril


Dias 29 e 30 no Miradouro de São Pedro de Alcântara comemora-se os 37 anos da Revolução dos Cravos com o Festival dos Cravos de Abril onde 30 associações do âmbito cultural e social da cidade vão ter bancadas com informação das suas entidades e vão vender comes e bebes. Além disso, há um gran programa de concertos.

A CatalunyApresenta vai ter a sua bancada com a revista Capicua, informações diversas e comes típicos da Catalunha e Baleares (pa amb tomàquet, fuet, sobrassada, queijos, coca de recaptes, bolos, etc.).

E amanhã dia 30 de Abril pelas 21h grande concerto de Biel Majoral e Germans Martorell.

“Cançons Republicanes”
Canção de protesto com o cantautor Biel Majoral e os músicos Germans Martorell. Estas duas formações especializadas em música tradicional juntam-se para interpretar um repertório que combina “Cançons republicanes”, último trabalho de Biel Majoral, com o repertório de temas tradicionais que marcaram a trajectória dos Germans Martorell.
Biel Majoral é um profundo conhecedor da música popular de Maiorca. Parte do princípio que a música só está realmente viva quando se interpreta, e transforma os seus concertos numa experiência única em que se revive a história e o passado de Maiorca através do seu património musical. Gravou dois discos, um dos quais tem ilustrações feitas pelo pintor maiorquino internacionalmente conhecido Miquel Barceló. Colabora habitualmente com diversos músicos de grande prestígio em trabalhos colectivos.

Os Germans Martorell tocam nos seus concertos uma grande variedade de instrumentos tradicionais para oferecer uma interpretação rica e actual do repertório popular de Maiorca. Sem deixar de lado os sons originais da tradição musical destas ilhas do Mediterrâneo, souberem rever e actualizar este estilo musical e reinterpretá-lo utilizando uma linguagem contemporânea. Viajaram por todo o mundo com o seu espectáculo e colaboram habitualmente com diversas formações musicais.

Apareçam lá! 

27 d’abr. 2011

Recital de Poesia das Ilhas

6 poetas para um recital único

Serão seis os poetas das Ilhas Baleares que participarão no dia 28 de Abril pelas 19h30 num recital poético no bar do Teatro A Barraca. Bartomeu Ribas (Eivissa), Ponç Pons (Menorca), Jaume Pomar (Mallorca), Antònia Vicens (Mallorca), Sebastià Bennasar (Mallorca) e Laia Martínez (Mallorca) são os autores convidados tendo como objectivo mostrar a vitalidade da poesia feita em catalão nas Ilhas Baleares num espaço emblemático da cidade, conseguindo assim unir a cultura mediterrânica e a atlântica.
Os poetas ilhéus recitarão em catalão e o poeta Ricardo Marques e os declamadores Lionel Barbosa e Gerard Nomen fá-lo-ão em português. Será oferecida ao público presente uma brochura bilingue poemas lidos.
Além do recital, os poetas Jaume Pomar e Antònia Vicens aproveitarão a estadia na cidade de Lisboa para participar nos cine-fórum sobre os filmes El Mar e Bearn o la sala de les nines.


28 de Abril 19h30 Bar do Teatro A Barraca

Poetas das Baleares
Recital poético com os poetas Antònia Vicens, Jaume Pomar, Ponç Pons, Bartomeu Ribas, Sebastià Bennassar e Laia Martínez.

Morada: Teatro da Barraca, Largo de Santos, 2, Lisboa

25 d’abr. 2011

Antònia Vicens na Casa da Achada

27 de Abril: Cineforum. Casa da Achada/Centro Mário Dionísio, pelas 18h30. VO com legendas em português.

Cineforum com o filme El mar e a presença da escritora maiorquina Antònia Vicens (apresentar-se-á o filme que se baseia no romance homónimo do autor Blai Bonet e falaremos da importância do escritor, abrindo o debate ao público).
El mar é uma história sobre a consciência religiosa, e de como a atracção de Manuel pela virilidade de Ramallo num ambiente totalmente hostil como era o do franquismo, pode levar à loucura, pela culpa que provocam a consciência e o desejo. Ramallo sentirá admiração pela forma como Manuel suporta a situação de doença, ainda que ao conhecer a verdade sobre os sentimentos de Manuel, não terá dúvidas em utilizá-los como vingança, levando ao limite o seu conflito religioso.
El mar é um filme catalão estreado em 2000, baseado no romance homónimo de Blai Bonet, dirigido por Agustí Villaronga e ambientado na ilha de Maiorca. Este filme foi apresentado no Festival de Cinema de Berlim 2000, onde conseguiu o Prémio Manfred Salzgeber para a inovação.
 
Organizado pela Associação Cultural CatalunyApresenta, com o apoio do IRLL.

Morada: Casa da Achada, Rua da Achada, nºs 11 r/c e 11B,  Lisboa

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Isabel da Nóbrega

 A CatalunhApresenta fez uma homenagem à escritora portuguesa Isabel da Nóbrega dedicando-lhe o dossier central da revista Capicua em Dezembro de 2010. O conselho editorial quis destacar a sua trajectória como escritora e a dar a conhecer alguns dos seus contos, poesias e crónicas.
Hoje, 25 de Abril de 2011, será condecorada com a Ordem da Liberdade, juntamente com António Barbosa de Melo, Artur Santos Silva, Francisco Pinto Balsemão, Maria Velho da Costa, Luís Filipe Costa, Pedro Osório e o Banco Alimentar Contra a Fome.


Parabéns Isabel!

18 d’abr. 2011

23 de Abril, Sant Jordi em Lisboa

Venha festejar a Festa do Livro e da Rosa connosco!

Dia 23 de Abril, a partir do meio-dia no Miradouro de São Pedro de Alcântara teremos uma bancada de livros e de rosas durante o dia todo até às 19h. Também teremos animação com os cabeçudos da associação, a explicação da lenda para os mais pequenos e um recital de poesia catalã até às 17h.

A lenda de Sant Jordi

Era uma vez, na vila de Montblanc, um dragão que aterrorizava toda a gente: destruía colheitas, destroçava casas, comia pessoas. Para acalmar o animal, os habitantes resolveram tirar todos os dias à sorte um deles, que deixariam em oferenda à saída da povoação. Até que um dia calhou a sorte à princesa, que era muito linda, e tão amada pelo povo que até houve quem se oferecesse para tomar o seu lugar, mas o rei não o permitiu.
Chegada a hora, a princesa apresentou-se no local combinado, à espera do dragão. Porém, quando a fera chegou e a ia comer, apareceu um cavaleiro, Jordi, montado num cavalo branco, e trespassou o coração da besta com a sua espada.
A partir desse momento, a princesa e o seu povo recuperaram a liberdade. E deu-se um milagre: do sangue do dragão nasceu uma roseira de flores vermelhas.

É por isso que, actualmente, no dia 23 de Abril se oferece uma rosa vermelha à pessoa amada, porque é também o Dia dos Namorados.

6 d’abr. 2011

El cant de la Sibil·la a Lisboa

9 de Abril 16h00 Igreja Nossa Senhora dos Mártires de Lisboa
O Canto da Sibila, interpretado pelo coro de vozes brancas da Escolania de Lluc Declarado Património Imaterial da Humanidade em 2010, trata-se de um canto litúrgico que se interpretava em diversas zonas do Mediterrânico durante a Idade Média. Com o tempo, o canto foi desaparecendo e actualmente só se pode ouvir na noite de Natal nas igrejas de Maiorca e na cidade italiana de Alguero. A canção vai ser interpretada pela Escolania de Lluc, mais conhecida como os "Blavets” (blau, em catalão, azul, é a cor da sotaina que usam durante as celebrações) que é uma das instituições mais antigas da Europa, já que foi criada como coro permanente do serviço litúrgico em 1531, em louvor de Nossa Senhora de Lluc.